Transplante capilar
Da primeira consulta ao resultado final.
Acompanhamos você durante toda a jornada, da primeira consulta ao resultado.
A médica
A Dra. Natália Palma integra o corpo clínico da Clínica Janine Araújo e atua há três anos em tricologia e transplante capilar. Acompanha cada paciente desde a avaliação inicial até o acompanhamento dos resultados, com atenção às necessidades de cada caso e compromisso com tratamentos fundamentados na ciência.
Graduou-se em Medicina em 2018 pela Universidade do Oeste Paulista. Fez pós-graduação em Medicina Estética pela Faculdade Primus e formação em Transplante Capilar pela Stanley Edu.
Transplante capilar
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Saúde capilar
A queda de cabelo pode ter origens diferentes, e o tratamento depende do diagnóstico.
A clínica
Um lugar dedicado à saúde dos cabelos.
A Clínica Janine Araújo é referência em medicina capilar. O atendimento é personalizado e reservado, com um concierge à disposição 24 horas, e as tecnologias de tratamento capilar estão reunidas em um só lugar.
Dúvidas
O procedimento é realizado com sedação, com acompanhamento de um médico anestesista durante toda a cirurgia. Nosso protocolo é planejado para que você permaneça confortável, sem dor durante o transplante.
Nos dias seguintes, pode haver dor leve ou sensibilidade na região tratada. Em geral, esse desconforto pode ser controlado com analgésicos comuns, como o paracetamol, conforme a prescrição da equipe.
Nem sempre. Na FUE tradicional, os fios da região de onde serão retirados os enxertos são cortados bem curtos.
A FUE No-Shave permite preservar o comprimento de boa parte do cabelo. Dependendo da forma de execução, pequenos trechos podem ser aparados e ficar cobertos pelos fios ao redor, favorecendo a discrição durante a recuperação.
Essa técnica costuma exigir mais tempo de cirurgia. A escolha depende da extensão da área a ser tratada, da quantidade de fios necessária e da avaliação médica.
Sim. O tratamento depende da causa identificada na avaliação, e o objetivo varia conforme o diagnóstico: interromper a queda, estimular o crescimento dos fios ou controlar a doença.
Sim. O primeiro passo é entender a causa da queda e avaliar se o transplante é adequado para aquele caso.
Para realizar a cirurgia, é preciso ter fios em quantidade e qualidade suficientes na área doadora. Como o afinamento do cabelo pode atingir também essa região, a avaliação deve ser cuidadosa.
A possibilidade de queda temporária após o procedimento também faz parte dessa conversa. A indicação considera tanto o benefício esperado quanto os cuidados necessários durante a recuperação.
O valor depende da área a ser tratada, da quantidade de fios necessária e da técnica escolhida. Por isso, o orçamento é individual e definido após a avaliação.
Nessa conversa, também são considerados os cuidados antes e depois da cirurgia e a possibilidade de outros procedimentos ao longo dos anos. Para conhecer as possibilidades para o seu caso, agende sua pré-avaliação.
O resultado costuma ser duradouro. Os fios transplantados vêm da nuca e das laterais da cabeça, regiões mais resistentes à calvície, e mantêm essa característica depois da mudança de lugar.
Isso não significa que o cabelo ficará igual para sempre. O volume pode mudar com os anos, e os fios que não foram transplantados podem continuar caindo. Por isso, o acompanhamento e o tratamento clínico podem seguir após a cirurgia.
Se a dúvida é sobre a duração do procedimento, a estimativa é de quatro a seis horas na FUE tradicional e de seis a oito horas na FUE No-Shave, conforme o planejamento de cada caso.
Um dos principais limites é a quantidade de fios disponíveis para o transplante. Eles são retirados da chamada área doadora, na nuca e nas laterais da cabeça, e essa reserva precisa ser preservada no planejamento.
Também é preciso considerar a recuperação e o tempo de espera pelo resultado. Nos primeiros dias, podem aparecer pequenas crostas, vermelhidão, coceira, desconforto e inchaço. Há ainda a possibilidade de inflamação ao redor dos fios e de outras complicações, que são discutidas na consulta.
O resultado se desenvolve aos poucos e costuma ser avaliado por volta de um ano após a cirurgia.
Sim, desde que o diabetes esteja controlado e a avaliação médica indique que há condições para realizar a cirurgia.
O planejamento pode envolver o médico que já acompanha o diabetes e exames para verificar o controle da glicose. Esse cuidado é importante porque a doença pode aumentar o risco de infecção e de problemas na cicatrização.
As orientações sobre alimentação e medicamentos no dia do procedimento são individuais. Qualquer ajuste deve ser feito pela equipe médica.
Os primeiros fios costumam começar a crescer entre três e seis meses. A mudança acontece aos poucos, e o resultado final geralmente é avaliado por volta de um ano após a cirurgia.
Antes disso, é comum que parte dos fios transplantados caia nas primeiras semanas. Essa queda pode causar preocupação, mas faz parte do processo e, por si só, não significa que o transplante falhou.
Cada pessoa tem seu ritmo de crescimento. O acompanhamento ajuda a entender a evolução em cada etapa.
Em geral, você volta para casa no mesmo dia, mas não deve dirigir após o procedimento. As primeiras duas semanas exigem mais cuidado com a região tratada.
A equipe explica como lavar o cabelo, dormir e proteger os fios transplantados. Nesse período, é importante evitar coçar ou esfregar a área e seguir as orientações sobre medicação, exposição ao sol e atividade física.
O retorno ao trabalho depende da recuperação e da sua rotina. A previsão pode ser de cerca de dois dias para quem trabalha em casa e quatro dias para atividades presenciais, com liberação da equipe. Trabalhos com esforço físico ou exposição ao sol podem exigir mais tempo.
Os exercícios costumam ficar suspensos por aproximadamente duas semanas, e a musculação, por cerca de três. Esses prazos são ajustados conforme a evolução de cada pessoa.
A indicação depende da causa da queda, da sua evolução e da quantidade de fios disponíveis na área doadora. A situação mais comum é a calvície de origem genética e hormonal, chamada alopecia androgenética.
Na consulta, a médica avalia o couro cabeludo, a saúde dos fios e o que é possível alcançar com a cirurgia. Em pessoas mais jovens ou com queda ainda em evolução, pode ser necessário começar pelo tratamento clínico.
Inflamações e outras doenças do couro cabeludo também precisam estar controladas antes do procedimento.
Na linguagem do dia a dia, muita gente usa “implante capilar” para se referir ao transplante. Por isso, vale esclarecer qual procedimento está sendo oferecido.
O transplante capilar utiliza os seus próprios fios, retirados de uma região do couro cabeludo e transferidos para outra.
Já a colocação de fibras artificiais é um procedimento diferente, que não utiliza cabelo do próprio paciente e não é recomendado pelas diretrizes citadas nesta página.
Conteúdo sob responsabilidade da Dra. Natália Palma, CRM-SP 201876.
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